domingo, 16 de junho de 2013

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

“MEU PRIMEIRO BEIJO”

ALUNOS DO 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL



ATIVAÇÃO DO CONHECIMENTO PRÉVIO



1)    O QUE O TÍTULO SUGERE?

2)    QUAIS DEVEM SER AS PERSONAGENS ENVOLVIDAS NA HISTÓRIA?

3)    VOCÊS ACREDITAM QUE A EXPERIÊNCIA DO PRIMEIRO BEIJO É BOA OU RUIM?

4)    APÓS UM MOMENTO DE REFLEXÃO SOBRE AS RESPOSTAS OBTIDAS PELOS ALUNOS, PEDIR PARA QUE ELES
 FAÇAM UMA LEITURA SILENCIOSA DO TEXTO.

5)    FAZER UM LEVANTAMENTO PARA CHECAR SE AS HIPÓTESES FORAM CONFIRMADAS.


LOCALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO

1)    QUEM NARRA A HISTÓRIA?

2)    VOCÊ CONSEGUE IMAGINAR A IDADE DAS PERSONAGENS DA HISTÓRIA? POR QUÊ? INDIQUE COM PASSAGENS
 DO TEXTO.

3)    ONDE ACONTECEU O PRIMEIRO BEIJO?


PRODUÇÃO DE INFERÊNCIAS GLOBAIS E LOCAIS

1)    FAZER UM LEVANTAMENTO DE PALAVRAS DO TEXTO QUE SÃO DESCONHECIDAS PELOS ALUNOS E ANOTÁ-LAS NA
 LOUSA.

2)    DIVIDIR A SALA EM GRUPOS E CADA GRUPO DEVE FICAR COM ALGUMAS PALAVRAS E PROCURAR O SIGNIFICADO 
NO DICIONÁRIO.

3)    QUANDO TODOS OS GRUPOS ESTIVEREM COM TODOS OS SIGNIFICADOS ESCLARECIDOS FAZER COM QUE ELES
 COMPARTILHEM COM TODA SALA.


RECUPERAÇÃO DO CONTEXTO DE PRODUÇÃO

1)    QUEM É O AUTOR?

2)    A QUE GÊNERO TEXTUAL ESSE TEXTO PERTENCE? E QUAIS AS CARACTERÍSTICAS PRESENTES NELE NOS
 LEVAM A PENSAR NISSO?

3)    EM QUE VEÍCULO PODEMOS ENCONTRÁ-LO? E QUEM OS LÊ?

4)    A LINGUAGEM USADA PELO AUTOR ESTÁ COERENTE COM O PÚBLICO ALVO?



PERCEPÇÃO DE OUTRAS LINGUAGENS

1)    FAZER UM LEVANTAMENTO CULTURAL SOBRE O BEIJO.

2)    PESQUISAR COMO O BEIJO É VISTO NOS MAIS DIFERENTES PAÍSES E CULTURAS.

3)    FAZER UMA PESQUISA HISTÓRICA SOBRE COMO O BEIJO ERA VISTO NA ANTIGUIDADE E O QUE ELE 
REPRESENTA NOS DIAS ATUAIS.

4)    FAZER UM LEVANTAMENTO DE IMAGENS HISTÓRICAS QUE RETRATAM O BEIJO, TAIS COMO:
 GUSTAV CLIMT, AUGUST RODIN, CONSTANTIN BRANCUSI, SOUZA CAMPOS E ATÉ MESMO OS BEIJOS QUE
 MARCARAM O CINEMA.




AVALIAÇÃO

SERÃO FEITAS A AVALIAÇÃO PROCESSUAL (OBSERVAÇÃO) E PRODUÇÃO TEXTUAL (REESCRITA DO TEXTO).

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Representante do Grupo:
Mauro da Costa

Professores do Grupo:
Marisa Isabel da Silva de Santana
Maria Stael Gouveia Franco
Mauro da Costa
Meire de Oliveira


DEPOIMENTOS DO GRUPO SOBRE A EXPERIÊNCIA DE LEITURA E ESCRITA

               Olá colegas, tudo bem?
               Acredito que todos nós temos uma missão aqui na terra...
               Venho de uma família muito humilde e o único livro que tínhamos em casa era uma bíblia, 
daquelas enormes. Eu e minha mãe morávamos com minha irmã, que tinha 3 filhos – duas
 em idade escolar. Lembro-me que sentia muita “inveja” quando traziam lição de casa e eu
 não entendia nada do que estava ali escrito. Então, pegava a bíblia e fingia que estava lendo.
 Chorava, e às vezes implorava, para que me ensinassem a ler. A mais velha se compadeceu
 e decidiu passar as primeiras letras na porta do guarda-roupa, pois não tínhamos “losinha”,
 e brincávamos de escolinha quase todos os dias.  Um belo dia, percebi que podia juntar as 
letras e formar palavras. Nossa... foi a melhor coisa que me aconteceu, parecia que tinha 
descoberto o mundo - e havia mesmo.
             Entrei na escola com 7 anos completos, na época podíamos passar para série seguinte
 se estivéssemos avançados. 
             Antes do meio do ano já estava na segunda série. Tive dificuldades, claro, mas como a
 jornalista Danuza Leão mencionou, hoje leio até bula de remédio. Gosto de ler qualquer
 literatura, desde que desperte meu interesse. Costumo brincar com meus alunos que leio
 desde crepúsculo (considerada por alguns como literatura inútil), até os cânones da literatura.
            Então, por ironia do destino... ou não, estou aqui hoje, como professora de Língua portuguesa. 
Maria Isabel da Silva de Santana




                É claro que me lembro dos meus primeiros rabiscos pois olha o vechame foi uma frase carinhosa para 
a mamãe. Meus primeiros contatos com a leitura foi através da minha mãe foi ela quem me alfabetizou 
ela achava que eu teria muitos problemas de aprendizagem pois tive um tipo de doença, que me
 proporcionou um pouco de atraso mental, isso sempre me causou desconfortos em minha vida, mas 
sou muito grata por ter uma mãe que sacou logo o que eu passaria e se adiantou a me ensinar logo
 cedo e coloca cedo nisso!   Meus primeiros contato coma leitura foi através da cartilha caminho suave
 e com os gibis do Tio Patinhas nossa como eu viajava com aqueles gibis. O meu primeiro livro foi 
O Corsário de Ferro, nossa me apaixonei pelo personagens, acredito que foi o meu primeiro amor, depois
 desses vieram  muitos outros. Bem ao longo desta minha vida não tive nenhuma experiência ruim com 
a leitura de um livro.Gostaria de comentar sobre o depoimento de Marilena Chauí ao dizer que"Ler é uma
 das experiências mais radiosa de nossas vidas."
             Bem como ela acredito que quando lemos um livro, automaticamente passamos a faze parte 
da história que está contida nele, pois quando lemos nos apropriamos
 do conteúdo e mergulhamos num turbilhões de emoções e pensamentos que passamos a ser
 personagens principais, secundários, coadjuvantes e tudo mais, a cada leitura de um livro abre-se 
um horizonte de novos aprendizados e conceitos, pois voltando a fala de Marilena Chauí "ler é suspender
 a passagem de tempo para o leitor. Comentado também Newton Mesquita.
            Gostei do suas  comparações entre quadros, textos e músicas, pois compartilho do mesmos sentimentos
 pois me parece que podemos mover o mundo quando estamos em contato com a arte,a música e com 
os livros.
           E plagiando Newton Mesquita "A leitura é uma ginástica para a imaginação.
          Opinião de Fabio de Paula Xavier Marchioro. Ele diz não gostar de pagode,eu particularmente não 
suporto futebol,e moro no país que dizem ser aterra do próprio,outra coisa que não gosto é de ficar na 
frente da tela de um computador ,mas sou obrigada a faze-lo pois nos dias de hoje o mundo gira em torno 
de internet,e eu me vejo fazendo uso desta ferramenta tão
 necessária nos dias de hoje. Comentando Gabriel Pensador
          Ele conta que tinha preguiça de escrever mas teve pessoa na vida dele que o estimulou, como avô e suas
professoras.
           Sem deixar de falar sobre Gilberto Gil ,ele próprio comenta que seu contato com a leitura foi através de sua 
avó ,que o incentivava a ler histórias,  narrativas épicas ,sem deixar de comentar que sua influência com a 
música através do acordeon na escola.
          Já Cair Feliz Regina ,teve um contato mais próximo a poesia  no início de sua aposentadoria incentivada por
 uma amiga e o namorado da filha com isso podemos ver que nunca é tarde para se aventurar a aprender. 

Maria Stael Gouveia Franco






       Na minha infância não costumava ler, mas minha irmã mais velha fazia leitura para mim
 e para outras irmãs, posso dizer que viajava quando ouvia cada história, criava cenários
 conforme descrição e tudo era construído nos mínimos detalhes, roupas das personagens, 
cores, personalidade, característica física e psicológica enfim tudo. Gostava de todos os tipos 
de histórias, contos, fábulas, mas branca de neve e os setes anões e cinderela eu amava acho
 que por causa do desfecho.     Hoje posso dizer que gosto muito de ler, especialmente romance, 
acho que aquelas histórias que ouvia quando criança fizeram com que minhas preferências fossem 
para romance lembro que na faculdade gostava de ler a maioria, mas os romances eram os preferidos.
     Um que não esqueço é O crime do padre Amaro, que marcou muito, porque amei o enredo embora 
o final tenha sido triste.     Atualmente estou lendo um que se chama "Com amor eterno".


Meire de Oliveira



      Minha experiência na área de leitura e escrita, se deu muito cedo (na infância), lembro-me 
de meu pai trazendo livrinhos e disquinhos que ouvíamos e líamos as historinhas, que algumas
 me lembro até hoje e conto para meus alunos, meu pai e minha mãe não têm muito estudo,
 mas isso não foi um problema, pois meu pai tinha uma ótima imaginação e disposição para
 também inventar histórias e entreter-me, sabia muito de política, localização. Eu e minhas irmãs 
gostávamos de escrever nas paredes, ensinávamos os menores, acredito minha escolha pela docência
 nasceu destas atitudes.
     Sempre  frequentei bibliotecas e comprei livros, quando fiz faculdade  sempre guardava livros 
para mim, principalmente de auto-ajuda, particularmente, considero que as leituras que fiz
 contribuíram grandemente para minha formação como ser humano, inevitavelmente somos
 influenciados pela leitura e pelas escolhas que fazemos em relação a isso. Adquiri certa 
agilidade em relação à leitura e consequentemente em relação à escrita.
Mauro da Costa
    
 

              Leitura e escrita na era digital


No aspecto da leitura e da escrita digital, os ganhos são inúmeros como: as letras em caixa alta e as fontes que possibilitam ao aluno desenvolver com mais facilidade a leitura das palavras. Outro ponto importante é o fato do computador acusar as palavras escritas de maneira incorreta e realizar assim a correção. Podemos citar também a prática da pesquisa de palavras e suas concordâncias nas frases.

No aspecto negativo, consideramos a coordenação motora como essencial neste processo, pois é importante e indispensável o contato com o caderno e o lápis. E a tecnologia usada de maneira incorreta tira este prazer.

Para minimizarmos as perdas é preciso realizar um paralelo entre a escrita convencional e a digital.

Com a valorização do trabalho do aluno e de suas descobertas na leitura e na escrita estamos potencializando os ganhos que o avanço da tecnologia nos oferece. Além disso conscientizar o aluno de que as atividades devem ser críticas, sem cópias ou meras reproduções.

domingo, 13 de maio de 2012

Entrevista com João Mattar

O USO DAS REDES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO

João Mattar
João Mattar
Fez Mestrado em Tecnologia Educacional (Boise State University), Doutorado em Letras (USP) e Pós-Doutorado (Stanford University), onde foi visiting scholar (1998-1999).
É professor da Universidade Anhembi Morumbi e pesquisador e orientador de Doutorado no TIDD - Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (PUC-SP).
Autor de diversos livros, presta consultoria, produz material didático e ministra palestras, workshops e cursos em Tecnologia Educacional e Educação a Distância.
1. Você acredita que a utilização de Redes Sociais nas escolas pode facilitar o aprendizado do aluno?
João Matta
r - As redes sociais podem colaborar no processo de ensino e aprendizagem. Entretanto, como o movimento é novo, precisamos de pesquisas que mostrem resultados.
2. Qual a razão pedagógica que justifica o uso de Redes Sociais na educação?
João Mattar
- Há vários motivos para a utilização das redes sociais em educação. Em primeiro lugar, elas são o habitat dos nossos alunos - eles já estão lá. Se de um lado pode haver resistências por parte dos próprios alunos em misturar estudo no lugar em que eles se divertem, de outro lado eles já sabem utilizá-las, estão familiarizados com vários recursos, acessam-nas com frequência, o que facilita atividades realizadas nas redes. Além disso, as redes sociais têm um potencial incrível para gerar interação, que é um dos nossos desejos principais em educação. Além disso, precisamos formar alunos para trabalhar em grupos e em redes, então nada mais adequado do que já fazer isso de uma maneira autêntica.
3. Na sua opinião, o que explica o fato de algumas redes de ensino proibirem o acesso a redes sociais nas escolas?
João Mattar
- Muitos criticam essas atitudes de escolas e instituições de ensino, como se fossem simplesmente posições retrógradas ou anti-pedagógicas. Mas na verdade não são, porque envolvem muitas outras variáveis. Em primeiro lugar, há uma questão de banda, de capacidade das redes internas das instituições. Muitas não estão preparadas para que todos os alunos entrem no Facebook ao mesmo tempo. Além disso, há uma questão essencial de segurança. Legalmente, muitas redes não podem ser acessadas por crianças de certa idade (apesar de que sabemos que são), então por que a escola deveria facilitar isso? Elas podem ser cobradas pelos pais, inclusive do ponto de vista legal. Há ainda um outro problema - nem todos os professores estão preparados para trabalhar com redes sociais em suas aulas, ou, melhor ainda, em nem todas as disciplinas ou atividades o uso das redes sociais pode ajudar - ao contrário, em muitos casos, podem gerar dispersão nos alunos, o que acaba prejudicando (e não ajudando) a aprendizagem. Então, essas e outras questões precisam ser equacionadas - se não forem, penso que em muitos casos a proibição é até a melhor atitude mesmo.
4. De que forma o educador pode utilizar o Faceboock como ferramenta pedagógica? E o Twitter?
João Mattar
- Escrevi há pouco tempo 2 posts sobre o uso do Facebook e do Twitter em educação:
http://joaomattar.com/blog/2012/01/17/facebook-em-educacao/
5. Que dicas você pode dar ao professor que pretende utilizar Redes Sociais como ferramenta pedagógica?
João Mattar - Bom, como no caso do uso de outras tecnologias, ferramentas, interfaces e plataformas em educação, o professor precisa ser formado. Portanto, a dica principal não seria para o professor, mas para as instituições de ensino - elas precisam estabelecer programas de formação continuada de professores, aliás não apenas para o uso de tecnologias em educação. Esses programas devem combinar atividades presenciais e à distância, mas há uma questão trabalhista e profissional a ser levada em conta: isso precisa ser feito no tempo de trabalho do professor, ou seja, nos horários em que ele é remunerado. Não é justo jogar um monte de coisas para o professor fazer de madrugada, no final de semana, quando ele já está atolado de coisas para fazer.
Para os professores especificamente, eu diria que eles precisam se atualizar. Como? Lendo e participando de eventos e cursos. É importante buscar orientação com pessoas que já são experientes na área, que realizam pesquisas, que publicam, que mostram o que estão fazendo, porque hoje todo mundo acha que sabe formar professores para o uso de tecnologias, às vezes só porque aprendeu a usar um programa! É importante que esse processo de formação inclua tanto a reflexão sobre a prática pedagógica do professor, quanto o aprendizado (tecnológico mesmo) do uso de ferramentas e o estudo de casos em que essas ferramentas foram usadas em educação. É preciso combinar todas essas perspectivas na formação, senão ela não funciona - ou fica excessivamente teórica, ou se torna uma aula de mexer em um software.

Debate parte III

Debate parte II

Debate sobre o assunto parte I