quarta-feira, 5 de junho de 2013

Representante do Grupo:
Mauro da Costa

Professores do Grupo:
Marisa Isabel da Silva de Santana
Maria Stael Gouveia Franco
Mauro da Costa
Meire de Oliveira


DEPOIMENTOS DO GRUPO SOBRE A EXPERIÊNCIA DE LEITURA E ESCRITA

               Olá colegas, tudo bem?
               Acredito que todos nós temos uma missão aqui na terra...
               Venho de uma família muito humilde e o único livro que tínhamos em casa era uma bíblia, 
daquelas enormes. Eu e minha mãe morávamos com minha irmã, que tinha 3 filhos – duas
 em idade escolar. Lembro-me que sentia muita “inveja” quando traziam lição de casa e eu
 não entendia nada do que estava ali escrito. Então, pegava a bíblia e fingia que estava lendo.
 Chorava, e às vezes implorava, para que me ensinassem a ler. A mais velha se compadeceu
 e decidiu passar as primeiras letras na porta do guarda-roupa, pois não tínhamos “losinha”,
 e brincávamos de escolinha quase todos os dias.  Um belo dia, percebi que podia juntar as 
letras e formar palavras. Nossa... foi a melhor coisa que me aconteceu, parecia que tinha 
descoberto o mundo - e havia mesmo.
             Entrei na escola com 7 anos completos, na época podíamos passar para série seguinte
 se estivéssemos avançados. 
             Antes do meio do ano já estava na segunda série. Tive dificuldades, claro, mas como a
 jornalista Danuza Leão mencionou, hoje leio até bula de remédio. Gosto de ler qualquer
 literatura, desde que desperte meu interesse. Costumo brincar com meus alunos que leio
 desde crepúsculo (considerada por alguns como literatura inútil), até os cânones da literatura.
            Então, por ironia do destino... ou não, estou aqui hoje, como professora de Língua portuguesa. 
Maria Isabel da Silva de Santana




                É claro que me lembro dos meus primeiros rabiscos pois olha o vechame foi uma frase carinhosa para 
a mamãe. Meus primeiros contatos com a leitura foi através da minha mãe foi ela quem me alfabetizou 
ela achava que eu teria muitos problemas de aprendizagem pois tive um tipo de doença, que me
 proporcionou um pouco de atraso mental, isso sempre me causou desconfortos em minha vida, mas 
sou muito grata por ter uma mãe que sacou logo o que eu passaria e se adiantou a me ensinar logo
 cedo e coloca cedo nisso!   Meus primeiros contato coma leitura foi através da cartilha caminho suave
 e com os gibis do Tio Patinhas nossa como eu viajava com aqueles gibis. O meu primeiro livro foi 
O Corsário de Ferro, nossa me apaixonei pelo personagens, acredito que foi o meu primeiro amor, depois
 desses vieram  muitos outros. Bem ao longo desta minha vida não tive nenhuma experiência ruim com 
a leitura de um livro.Gostaria de comentar sobre o depoimento de Marilena Chauí ao dizer que"Ler é uma
 das experiências mais radiosa de nossas vidas."
             Bem como ela acredito que quando lemos um livro, automaticamente passamos a faze parte 
da história que está contida nele, pois quando lemos nos apropriamos
 do conteúdo e mergulhamos num turbilhões de emoções e pensamentos que passamos a ser
 personagens principais, secundários, coadjuvantes e tudo mais, a cada leitura de um livro abre-se 
um horizonte de novos aprendizados e conceitos, pois voltando a fala de Marilena Chauí "ler é suspender
 a passagem de tempo para o leitor. Comentado também Newton Mesquita.
            Gostei do suas  comparações entre quadros, textos e músicas, pois compartilho do mesmos sentimentos
 pois me parece que podemos mover o mundo quando estamos em contato com a arte,a música e com 
os livros.
           E plagiando Newton Mesquita "A leitura é uma ginástica para a imaginação.
          Opinião de Fabio de Paula Xavier Marchioro. Ele diz não gostar de pagode,eu particularmente não 
suporto futebol,e moro no país que dizem ser aterra do próprio,outra coisa que não gosto é de ficar na 
frente da tela de um computador ,mas sou obrigada a faze-lo pois nos dias de hoje o mundo gira em torno 
de internet,e eu me vejo fazendo uso desta ferramenta tão
 necessária nos dias de hoje. Comentando Gabriel Pensador
          Ele conta que tinha preguiça de escrever mas teve pessoa na vida dele que o estimulou, como avô e suas
professoras.
           Sem deixar de falar sobre Gilberto Gil ,ele próprio comenta que seu contato com a leitura foi através de sua 
avó ,que o incentivava a ler histórias,  narrativas épicas ,sem deixar de comentar que sua influência com a 
música através do acordeon na escola.
          Já Cair Feliz Regina ,teve um contato mais próximo a poesia  no início de sua aposentadoria incentivada por
 uma amiga e o namorado da filha com isso podemos ver que nunca é tarde para se aventurar a aprender. 

Maria Stael Gouveia Franco






       Na minha infância não costumava ler, mas minha irmã mais velha fazia leitura para mim
 e para outras irmãs, posso dizer que viajava quando ouvia cada história, criava cenários
 conforme descrição e tudo era construído nos mínimos detalhes, roupas das personagens, 
cores, personalidade, característica física e psicológica enfim tudo. Gostava de todos os tipos 
de histórias, contos, fábulas, mas branca de neve e os setes anões e cinderela eu amava acho
 que por causa do desfecho.     Hoje posso dizer que gosto muito de ler, especialmente romance, 
acho que aquelas histórias que ouvia quando criança fizeram com que minhas preferências fossem 
para romance lembro que na faculdade gostava de ler a maioria, mas os romances eram os preferidos.
     Um que não esqueço é O crime do padre Amaro, que marcou muito, porque amei o enredo embora 
o final tenha sido triste.     Atualmente estou lendo um que se chama "Com amor eterno".


Meire de Oliveira



      Minha experiência na área de leitura e escrita, se deu muito cedo (na infância), lembro-me 
de meu pai trazendo livrinhos e disquinhos que ouvíamos e líamos as historinhas, que algumas
 me lembro até hoje e conto para meus alunos, meu pai e minha mãe não têm muito estudo,
 mas isso não foi um problema, pois meu pai tinha uma ótima imaginação e disposição para
 também inventar histórias e entreter-me, sabia muito de política, localização. Eu e minhas irmãs 
gostávamos de escrever nas paredes, ensinávamos os menores, acredito minha escolha pela docência
 nasceu destas atitudes.
     Sempre  frequentei bibliotecas e comprei livros, quando fiz faculdade  sempre guardava livros 
para mim, principalmente de auto-ajuda, particularmente, considero que as leituras que fiz
 contribuíram grandemente para minha formação como ser humano, inevitavelmente somos
 influenciados pela leitura e pelas escolhas que fazemos em relação a isso. Adquiri certa 
agilidade em relação à leitura e consequentemente em relação à escrita.
Mauro da Costa
    

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